13 de março de 2017
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Mergulho em Maracajaú, Rio Grande do Norte

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Mergulho em Maracajaú, Rio Grande do Norte - tudo que você precisa saber

Por Daniela Almeida

Desde o dia que resolvemos ir para Natal, no Rio Grande do Norte, e descobrimos que um dos passeios tradicionais na região era um tour até à Praia de Maracajaú com opcional de fazer mergulho com cilindro, que decidimos que esse seria uma atividade obrigatória em nossa roteiro.


Maracajú é uma comunidade costeira com dois mil habitantes, localizada no município de Maxaranguape, a 55 quilômetros de Natal. Geralmente, os tours até lá duram um dia inteiro e várias empresas oferecem este passeio. Nós fizemos com a Natal Vans (conheça mais sobre o trabalho da Natal Vans em Natal e região).

Em dezembro de 2016, o pacote para três pessoas, incluindo transporte (buscando e retornando para o hotel), day use no parque aquático Ma-Noa e passeio de lancha até os parrachos (somente para duas pessoas) ficou por R$ 340. Mamis pagou apenas pelo transporte e pelo dia no parque (R$ 60).

Veja o que já publicamos sobre o Rio Grande do Norte 


O que fazer em Maracajaú, Rio Grande do Norte

Os mergulhos com snorkel ou cilindro nos parrachos são a principal atração do lugar. Mas quem, assim como mamis, não é chegado a barcos ou mergulhos, há diversas outras opções de atrativos.

Parque Aquático Ma-Noa

Uma das atividades mais bacanas de Maracajaú é curtir um dia inteiro nas dependências do Parque Aquático Ma-Noa. O parque funciona de quarta a domingo e feriados, das 10 às 16 horas.

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Durante este período, é possível curtir diversas atrações do parque, entre elas, piscinas, toboáguas, jacuzzis, rio lento, bar molhado, quiosques, área infantil, lojas de fotografia e souvenir, lanchonete e restaurante.

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O parque conta ainda com banheiros (com chuveiros) e serviço de guarda-volume, cobrado à parte (R$ 10 em dezembro de 2016).

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Snorkel e Mergulho com cilindro nos Parrachos de Maracajaú

Outra atividade imperdível em Maracajaú é fazer snorkel ou mergulho com cilindro nos parrachos. Parracho, para quem não sabe, é uma palavra que significa "que tem pouca altura" ou "rasteiro". Em Maracajaú, é usada para denominar a Área de Proteção Ambiental dos Recifes de Corais (Aparc), localizada a sete quilômetros da praia.

Aliás, os Parrachos de Maracajaú, por suas condições naturais excelentes, são considerados um dos 10 melhores locais do Brasil para a prática de mergulho com snorkel e para o mergulho chamado de batismo, com uso de cilindro.

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Parrachos se Maracajaú, Rio Grande do Norte

Como disse, apenas Danubia e eu fizemos o passeio. O valor que pagamos dava direito à ir de lancha até à plataforma da empresa, curtir as águas do mar ou fazer snorkel.

Quem for fazer o mergulho de batismo, com cilindro, precisa fazer o pagamento à parte no quiosque da Maracajaú Diver lá no Parque Ma-Noa. Em dezembro de 2016, estava sendo cobrado o valor de R$ 100 por pessoa.

Após o pagamento (em dinheiro ou no cartão), recebemos um cartãozinho de acesso, identificado por cores, para entrada nas embarcações e para sinalizar o mergulho com cilindro. Nós fomos os primeiros a sair, por volta das 10 horas da manhã.

Também recebemos um cartão para controle da Aparc, que foi entregue na entrada da lancha. A visita aos parrachos é feita mediante o pagamento de uma taxa ambiental e por uma quantidade limitada de pessoas por dia.  O valor da taxa, geralmente, já está incluso no passeio contratado.

Nós deixamos nossas coisas com mamis lá no parque e levamos apenas o essencial. Mas você pode guardar as coisas no guarda-volume ou nos porta-objetos da plataforma dos parrachos (Detalhe: não tem chave e é aberto).

De lancha ou Catamarã - qual embarcação escolher para ir ao parrachos? 
Antes de escolher, é preciso saber qual seu objetivo ao visitar Maracajaú. A princípio, tínhamos escolhido ir de catamarã. Mas na hora de fechar o mergulho com cilindro, descobrimos que essa atividade só é feita por quem vai de lancha, pois apenas ela chega à plataforma. Por isso, trocamos de embarcação.

Então, se você não tiver interesse de mergulhar com cilindro, pode ir de catamarã, tranquilamente.

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Lancha até os parrachos de Maracajaú

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Plataforma de apoio nos parrachos de Maracajaú. Ao lado, as lanchas. Mais ao fundo, o catamarã - foto de divulgação do CD adquirido pelo D&D Mundo Afora


Tempo - O catamarã demora em torno de 30 a 40 minutos para chegar aos parrachos. Já a lancha, em torno de 15 minutos.
Valor - quem escolher ir de catamarã, vai pagar uma média de R$ 20 reais a menos do que se for de lancha. Na Natal Vans, por exemplo, era R$150 pelo catamarã e R$130, pela lancha.
Aventura - quem quer uma dose extra de adrenalina, escolhe a lancha. Ela "voa" pelas águas e você já chega nos parrachos completamente molhado. Dentro da lancha, tem um lugar onde são guardadas as coisas que não podem molhar. Tudo que estiver fora deste compartimento não fica ileso às águas.
Retorno para a praia - quem vai de lancha, pode retornar para a praia a qualquer momento. Basta dar o nome e aguardar uma das embarcações se aproximar da plataforma. Quem opta pelo catamarã, por sua vez, tem de voltar no mesmo barco e tem apenas duas horas para curtir o local.

Para falar a verdade, se não fosse pelo mergulho, jamais escolheríamos a lancha. Foi muita adrenalina para nós kkkk.

Veja um trechinho dessa aventura neste vídeo abaixo (esse foi o momento do retorno).




Outra coisa que é preciso saber antes de ir até os Parrachos de Maracajaú é que o passeio é feito apenas quando a maré está baixa e o mar a uma altura entre 1,5 a 2,5 metros. Confira neste link a tábua das marés.

Vale a pena fazer o mergulho com cilindro em Maracajáu?
Para quem já fez em outro lugar, realmente, não!!! Nós já tínhamos feito em Maragogi, Alagoas, em 2015 e amamos. Foi nossa primeira vez e, por isso, queríamos repetir a dose. Lá na plataforma, o instrutor até nos disse que o mergulho era bem diferente do que em Maragogi, sendo bem melhor do que lá. Mas não foi o que achamos.

A atividade começa com a chegada à plataforma. A primeira coisa que fizemos foi receber as instruções de como seria o mergulho, os sinais de comunicação debaixo d'água e os procedimentos de segurança.

Depois, sentados na borda da plataforma, recebemos os equipamentos: máscara para os olhos, colete, cilindro e nadadeiras. Nesta hora, um fotógrafo começa a tirar fotos dos participantes (achei as fotos bem "ruinsinhas").

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Já equipadas, pulamos na água. Nos primeiros minutinhos, fizemos um rápido teste para nos acostumar com os equipamentos. Depois, emfim, submergimos.

Não sei se foi porque choveu um pouco logo que chegamos, mas a água estava meio turva. Tinha hora que eu não enxergava nada, principalmente, quando respirava mais rápido e fazia aquele tanto de bolinhas.

Deu até para ver vários peixinhos coloridos e os corais bem de pertinho (quase cai em cima de um montinho kkk). Mas a maioria dos peixes só aparecia quando o fotógrafo balançava uma garrafinha cheia de peixes mortos (eca). Depois, sumia tudo!

Outra coisa que não nos agradou foi que, ao contrário de Maragogi, em Maracajaú, não tinha um instrutor para cada pessoa. Com exceção de Danubia, que ficou segurando a mão de um dos guia o tempo todo, eu fiquei sozinha várias vezes no fundo, sem enxergar quase nada porque o mar não estava clarinho e sem saber o que fazer. Após agitar as mãos, o fotógrafo vinha, me puxava de qualquer jeito e me largava de novo.

Achamos que o atendimento deixou muito a desejar, durante a atividade. Danubia, por exemplo, quase nem saiu nas fotos. Apena em três. O instrutor que estava com ela, só ficava puxando ela pela mão ou entrava na frente do fotógrafo.

Em Maragogi, era um instrutor com cada pessoa. Ele segurava o equipamento por cima e nos guiava até os pontos estratégicos, mostrando todo o ambiente marinho, e até onde estavam os fotógrafos. Isso nos deixava mais seguras, já que não sabemos nadar. Em Maracajaú, eu nem conseguia sair do lugar. Afundava o tempo todo e ficava com medo de ficar esquecida lá embaixo kk.

Na hora de subir para a superfície, o instrutor ainda encheu meu colete tão forte que eu achei que ia quebrar minhas costelas. E eu nem conseguia respirar. Demorou para o fotógrafo perceber e esvaziar um pouco.

Depois do mergulho, eu ainda fui fazer um pouco de snorkel. É bom ficar atento, pois em Maracajaú, os parrachos não dão pé. É preciso usar um cinturão laranja (kk), bem pesado. As máscaras, dizem, são higienizadas e os bocais estavam dentro dos plásticos.

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Depois de aproximadamente duas horas e meia, retornamos para a praia e fomos curtir o parque aquático até às 16 horas, horário de retorno para Natal.

Antes, fomos comprar as fotos do passeio. Como disse, eles fizeram poucas nossas. A empresa oferece pacotes com algumas fotografias ou todas. Quem tem Iphone, ainda pode transferir na hora para o celular. Nós pagamos R$ 70 por um CD com todas as fotos. Vieram apenas 34, mas, praticamente, todas iguais. Também vieram de "brinde" 53 fotos do fundo do mar e dos parrachos.

Para quem quisesse, ainda era possível alugar uma GoPro ou outra máquina subaquática, pagando entre R$ 50 e R$ 100. Nós aproveitamos a oportunidade para utilizar, pela primeira vez, nossa máquina subaquática "tipo" GoPro (kk), comprada lá no Paraguai. Mas, além da visibilidade não estar boa, eu não soube filmar com ela (e ela também não é uma GoPro, né, gente kkk). Ah, nós já vendemos a máquina!!!

Confira como foi nossa viagem até o Paraguai no post Compras no Paraguai - Ciudad del Leste

Curtir a Praia de Maracajaú

Outra atividade para se fazer em Maracajaú é curtir a praia que é uma das mais lindas do nordeste. Suas águas de tons azuis são comparadas às do Caribe. São tranquilas e quentes. Um paraíso.

Então, uma boa pedida é passar algumas horas deitada na areia, queimando ou apenas contemplando aquele "marzão".

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Dunas de Maracajaú

Assim como em outras localidades do litoral potiguar, em Maracajú, as dunas são outra atração muito procurada pelos turistas.

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Passeio de buggy, quadriciclo e cavalo

Outra atividade que pode ser feita por quem vai a Maracajaú é o passeio de buggy, quadriciclo ou a cavalo pelas dunas e praias da região. O passeio dura de 45 minutos a quatro horas, dependendo da escolha.

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NOSSOS PARCEIROS NESTA VIAGEM
Natal Vans | Gerdon Barreto - Bugueiro 


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